Recentemente perdemos uma das vozes mais fodas que o mundo já ouviu. Perdemos a artista, a bêbada (?) Amy Winehouse.
Nunca fui fã da Amy, mas sinto muito pela sua morte.
Ok, não chega nem perto do que senti pela morte do Michael Jackson.
O fato é que ela se foi com 27 anos e sem causa determinada ainda. Amy Winehouse, assim como outros, morreu sozinha em casa.
Com toda certeza culpo as drogas pela sua morte e, a de tantos outros gênios da música.
Dizem que talvez ela não seria Amy Winehouse se não fosse pelas drogas. Talvez não tivéssemos perdido vários artistas diferenciados e fodásticos, se não fosse pelas drogas.
O que vemos é que elas (drogas) estão por aí, passando de mão em mão livremente, mesmo que ilegalmente. O dinheiro que corre por traz disso tudo, ninguém tem a mínima noção de quanto é ou até quanto pode chegar. Aliás, o dinheiro que os Caras conseguem com o vício alheio, deve comprar até um lugar reservado no céu.
As pessoas que às vezes procuram uma saída para os problemas que têm na drogas, que explodam. Um nóia e uma das maiores artistas morrerem por culpa do maldito vício, não é mais novidade e ao menos causa inconformação. Enquanto isso, essa porra de mundo vai se rendendo MAIS ao dinheiro, ao vício e à destruição.
O mundo está se rendendo ao fim. Ou não.
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